Veremos onde vou parar...

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Uma visita pela cidade

Durante estes primeiros dias de estadia andei a tratar de uma série de coisas pela cidade. Como ainda não tenho carro andei á boleia, o que não é mau tendo em conta a forma como se conduz por cá.

Deu para ter uma ideia de como as coisa são por aqui, muitas casas totalmente destruidas, com buracos das balas, e outras já recuperadas.



Nas ruas passa-se o mesmo, umas em terra com buracos enormes e sem iluminação, outras com piso novo, pintado e com iluminação. É uma cidade de contrastes.







Nos arredores da cidade existem os "quimbos"(não sei se é assim que se escreve), que são aglomerados de casas construidas com blocos de cimento ou de barro e com telhados de zinco, onde mora a população mais pobre.









Quando se sai da cidade em direcção a Luanda a paisagem muda radicalmente, é tudo verde e com poucas casas, mas é fabuloso. Não tinha a máquina comigo e tirei umas fotos com o telemóvel. Como vou lá voltar, da proxima vez tiro umas fotos decentes para vos mostrar.


Por agora é tudo...
Fiquem com Deus...

3 comentários:

Sofia Melo disse...

Ora este é o início de uma grande reportagem fotográfica. África sempre foi um continente de contrastes, tem tudo e ao mesmo tempo quase nada. Continua a mostrar cá ao pessoal por onde vais andando, que nós agradecemos.
saudações!

Filipe Lima disse...

Grande amigo.

É com muita satisfação que estou a acompanhar esta tua nova aventura profissional.

Sabe ainda melhor conhecer um país querido dos portugueses por um amigo. É a primeira vez que estou a conhecer Angola, dessa forma magnifica que estás a fazer.

Continua a construir este teu roteiro de viagem, está a ser muito rico e espelha bem a realidade e o contraste de áfrica dos nossos dias.

Grande abraço amigo Malheiro.

Continua.

Filipe Lima

Anónimo disse...

Olá Ricardo!

Fico muito contente de que estejas bem!! :)

Obrigada por partilhares connosco esta tua nova etapa profissional e, as paisagens que são lindas!!!

Fica com Deus!

Beijinhos,
Susana Coelho