Olá...
Pois é...agora o tempo faz-se pouco.
O trabalho é muito, a vontade também, mas o material (ou melhor a falta dele) é que não ajuda muito.
Nestes últimos tempos temos tido muita falta de madeira. Parece mentira num país de florestas haver falta de madeira, mas é mesmo assim. Quando falo de madeira quero dizer tábuas e barrotes, não falo de canhotas para o lume.
A explicação é simples…para haver tábuas tem que haver pinheiros…esses pinheiros têm de ser cortados e transportados para a serração. E aqui é que está o problema, existem poucos camiões e muita chuva e lama, e os poucos camiões que existem passam mais tempo atolados do que a transportar madeira.
Esta conversa toda para quê?... para justificar a viagem que tive que fazer esta semana.
Pois é, foi á procura de serrações.
Disseram que existiam umas serrações na estrada que liga Bailundo a Bié, a aproximadamente 20 km do Bailundo. Pelas minhas contas deveriam ser 80km até ao Bailundo mais os vinte até á madeira. Dava para ir e vir para almoçar em Huambo.
Saí por volta das 7h e a viagem foi correndo dentro da normalidade até metade do caminho. Quando entramos numa parte da estrada que está a ser reparada pela MonteAdriano e que ainda está em terra, começa a chover torrencialmente, mas daquelas chuvadas em que é preciso parar porque não se consegue ver 1m á frente da carrinha. Paramos uns 15 min e retomamos a marcha, até que a carrinha ficou atolada na lama até ao chassis. Com algum custo lá conseguimos sair da lama e seguimos viagem.
O resto da viagem foi feita com um tempo muito agradável, ora estava um sol radiante como apareciam uma nuvens, mas sempre sem chuva.
Passamos Bailundo, andamos 20 Km e nada de serração, andamos 30, 40, 50km e finalmente apareceu uma chafarrica com meia dúzia de rolos e uma maquineta de cortar madeira, tínhamos finalmente descoberto a nossa serração.
Eram quase 11.30 quando chegamos. Falamos com o dono da serração, compramos um pacote de bolachas e umas gasosas e regressamos.
O regresso foi mais calmo, já conhecia a estrada e como já sabia por onde tinha que vir e o tempo aproximado que ia demorar, deu para apreciar um bocadinho melhor a paisagem fabulosa que ia aparecendo.
É tudo muito bonito e diferente do que estamos habituados, as casas, as estradas, as paisagens…
Pois é...agora o tempo faz-se pouco.
O trabalho é muito, a vontade também, mas o material (ou melhor a falta dele) é que não ajuda muito.
Nestes últimos tempos temos tido muita falta de madeira. Parece mentira num país de florestas haver falta de madeira, mas é mesmo assim. Quando falo de madeira quero dizer tábuas e barrotes, não falo de canhotas para o lume.
A explicação é simples…para haver tábuas tem que haver pinheiros…esses pinheiros têm de ser cortados e transportados para a serração. E aqui é que está o problema, existem poucos camiões e muita chuva e lama, e os poucos camiões que existem passam mais tempo atolados do que a transportar madeira.
Esta conversa toda para quê?... para justificar a viagem que tive que fazer esta semana.
Pois é, foi á procura de serrações.
Disseram que existiam umas serrações na estrada que liga Bailundo a Bié, a aproximadamente 20 km do Bailundo. Pelas minhas contas deveriam ser 80km até ao Bailundo mais os vinte até á madeira. Dava para ir e vir para almoçar em Huambo.
Saí por volta das 7h e a viagem foi correndo dentro da normalidade até metade do caminho. Quando entramos numa parte da estrada que está a ser reparada pela MonteAdriano e que ainda está em terra, começa a chover torrencialmente, mas daquelas chuvadas em que é preciso parar porque não se consegue ver 1m á frente da carrinha. Paramos uns 15 min e retomamos a marcha, até que a carrinha ficou atolada na lama até ao chassis. Com algum custo lá conseguimos sair da lama e seguimos viagem.
O resto da viagem foi feita com um tempo muito agradável, ora estava um sol radiante como apareciam uma nuvens, mas sempre sem chuva.
Passamos Bailundo, andamos 20 Km e nada de serração, andamos 30, 40, 50km e finalmente apareceu uma chafarrica com meia dúzia de rolos e uma maquineta de cortar madeira, tínhamos finalmente descoberto a nossa serração.
Eram quase 11.30 quando chegamos. Falamos com o dono da serração, compramos um pacote de bolachas e umas gasosas e regressamos.
O regresso foi mais calmo, já conhecia a estrada e como já sabia por onde tinha que vir e o tempo aproximado que ia demorar, deu para apreciar um bocadinho melhor a paisagem fabulosa que ia aparecendo.
É tudo muito bonito e diferente do que estamos habituados, as casas, as estradas, as paisagens…
Ao mesmo tempo é um bocado assustador, vamos muito bem numa estrada de alcatrão em bom estado sem ver ninguém durante quilómetros, e de repente aparece um buraco que quase cabe a carrinha lá dentro. E pensamos que se temos um acidente ou um problema estamos ali um dia inteiro á espera que apareça alguém, porque os telemóveis só funcionam em alguns sítios e muito mal.
Enfim…chega de conversa…foi uma viagem fantástica.
Ficam algumas fotos.
Um braço para todos e até breve.
Enfim…chega de conversa…foi uma viagem fantástica.
Ficam algumas fotos.
Um braço para todos e até breve.

Uma boa parte da ''estrada''...


Para quem ainda não acredita que estou cá...







Paragem para esticar as pernas

Sinal de terreno minado(não convem andar muito por ali)

É escolher um buraco mais pequeno e siga...





